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Arquitetura se funde ao Marketing

Com a crescente competição no mercado de varejo, a busca por diferenciação e novas soluções se tornou uma necessidade.

 

O principal – e normalmente primeiro – contato do consumidor com a marca se dá no ponto de venda, e é aí que a arquitetura faz a diferença.

 

 

Além do produto ou serviço em si, o que se compra hoje é experiência. O que determina nossa predileção para uma marca, não é apenas a qualidade do que ela oferece em termos de desempenho do produto ou serviço, mas o atendimento que recebemos, ou seja, a experiência que vivenciamos em contato com a marca. Este atendimento vai além do contato com o vendedor, começa na vitrine da loja e se estende ao adentrarmos nela.

 

No que se referem ao uso do espaço, as experiências mais agradáveis são as que possibilitam poder passear por lojas onde a impressão que se tem é que tudo está disposto em função do conforto e da conveniência dos consumidores, e que o espaço é concebido para oferecer soluções. Tudo é racional e previamente estudado e pensado. Boa iluminação, com cores adequadas para aquele comércio, mercadorias expostas de forma que cada uma seja valorizada e visualizada. Não existem excessos ou falta. O foco está no consumidor, no que ele procura, deseja ou precisa; ao invés da simples exposição de produtos com a expectativa de que se escolha algum.

 

 

É neste ponto que encontramos o marketing. O marketing nos fornece uma série de ferramentas que proporcionam sabermos o comportamento do consumidor, seus desejos, necessidades e certo grau de controle de informações sobre o mercado e suas tendências voltadas para a venda. É com estas informações, que quando bem interpretadas, direcionam o projeto de arquitetura e de design de interiores (layout, mobiliário, cores, iluminação...) de forma a proporcionar a experiência adequada ao público de cada marca.

 

Ou seja, o marketing mostra como deve ser a experiência, a arquitetura e o design de interiores.

 

Como exemplo, fui contratada pelo proprietário de uma loja de informática após ele ouvir o seguinte comentário de uma cliente diante do pedido do filho de um jogo eletrônico: ”eu compro, mas vamos numa loja melhor, esta aqui só deve ter porcaria”. Os produtos comercializados por ele eram HP, Nintendo, Intel, etc, marcas líderes de mercado e de qualidade comprovada, porém esta credibilidade não estava refletida no ambiente, fachada e vitrine. Remodelamos 100% sua comunicação. O nome foi mantido, mas logo, cores, folhetos, layout interno foram totalmente renovados. Um caso onde o marketing se aliou ao design de interiores.

 

Ainda neste caso, hoje, este empresário está com sua segunda loja. O investimento além de ter sido compensatório, proporcionou aumentar o negócio.

 

A penetração do marketing no campo da arquitetura se mostra necessária para aquelas marcas que querem conquistar um público fiel, aquele que retorna para novas compras e também indica a marca a terceiros, e que é o principal marqueteiro e cartão de visitas da marca/loja.

 

Por Gabriela Moreira, consultora de Marketing em Arquitetura

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